olivia maia - escritora e ilustradora desterrada.

bem-vindo a catamarca

 

 

 

na chegada desde a rodoviária fui primeiro atrás da praça, de mochila nas costas, por não querer tomar direto um táxi ao hostal/camping, a dois ou três quilômetros do centro. a região da rodoviária é mei feia e pensei por um instante que estava certa aquela gente que dizia que Santa María não valia a pena.

mas a rodoviária fica a umas sete quadras do centro e chegando mais perto o cenário vai mudando: umas casinhas lindas, árvores, cores, a molecada que ia voltando da escola. a praça, enfim, mui gracinha também. fui até o posto de informação turística e perguntei por hospedagem e caminhadas interessantes.

a mocinha foi mui simpática e perguntei se podia deixar ali a mochila grande enquanto dava uma volta pelo povoado e comprava qualquer coisa pra comer.

me meti num restaurante numa esquina da praça e comprei um sanduba frio de presunto e queijo pra comer na praça. acabei encontrando uma menina com quem tinha compartilhado quarto no hostel em Cafayate e ficamos ali na praça conversando.

(que difícil esses rostos tão conhecidos que a gente não sabe onde foi que viu.)

(e na verdade eu sou bem cara de pau e digo putz, desculpa, não me lembro onde foi que te vi, qual era teu nome mesmo?)

depois ela foi tomar o ônibus de volta a Amaicha del Valle e eu fui atrás de frutas, da minha mochila e de um táxi, nessa ordem. cheguei no camping e me instalei num dos quartos, com cama de casal e tudo. depois fui dar um mergulho na piscina.

capoft.

deu até pra ficar com frio.

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