olivia maia - escritora desterrada.

em Petrolina sem internet

calhou que o Flávio e a Tatiana também estavam indo para Petrolina no domingo e nos ofereceram uma carona (se a bagagem coubesse). buenas. domingo cedão fizemos caber as duas mochilonas mais barraca e não sei que mais no porta-malas do Uno alugado, a bagagem deles foi no meio no banco traseiro e o Fabio foi “em posição fetal” no banco da frente (palavras do Flávio) que era para eu também caber atrás dele. deu certo. saímos antes das oito e antes da uma já estávamos em Petrolina.

(eu vou piscando metade da viagem porque dramin, né.)

(a estrada parece às vezes uma montanha russa. o asfalto está ok, mas as curvas surgem abruptas depois de subidas e as retas são cheias de altos e baixos.)

descemos na orla do rio São Francisco (água!) e fomos encontrar nossa primeira anfitriã de couchsurfing, a Alva. ela logo fez a gente se sentir bem em casa e nos levou para almoçar uma feijoada ali na orla mesmo.

aí não sei se ainda dramin, ou os dias de caminhada no interior do Piauí, mas eu estava com um sono do tamanho do mundo. ficamos conversando um pouco e eu fui dar uma capotadinha antes do pôr do sol.

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estamos aqui sem internet; descobrimos (na segunda-feira) que a biblioteca municipal aqui tem wifi com um sinal bem bom e aí deu para programar os posts atrasados e subir as fotos. vamos seguir para Lençóis, na Bahia, hoje à noite. lá capaz o albergue ter internet e a gente conseguir atualizar o blog, mas nunca se sabe (vai vendo que a internet do hotel em SRN era uma tristeza). quando der vamos postando algumas atualizações mais rápidas na nossa página do facebook.

a cidade aqui é quente também mas o rio dá uma ilusão de que nem tudo está perdido.

na noite de domingo finalmente fiz uma batata rostie que deu mega certo. aí na manhã de segunda a Alva me ensinou a fazer tapioca (woo!). também tem uma tapiocaria logo ali no final da rua. enquanto existir tapioca está tudo belezinha. ainda fiz risoto na segunda à noite. nham.

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ainda estou cansada (estamos) e pensando que melhor vai ser dar um tempo em Lençóis ou no Vale do Capão antes de fazer as trilhas na Chapada Diamantina. não vejo a hora de sentir um pouco de frio no Vale do Pati.

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