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textos esporádicos aqui e no medium. eventualmente pedaços de ideias e rabiscos que provavelmente deveriam ter ficado só no twitter.

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  • nota do meu revisor

  • traduções

    encrenco sempre com alguns tipos de tradução do inglês pro português, e não sei o que acontece com essa literatura de entretenimento, a tradução sempre me chega aos trancos. por isso acabo preferindo os livros em inglês mesmo. sem contar que costumam ser mais baratos e menores, o que é sempre mais conveniente. imagino que…

  • Coronado: escrita do desamparo

    lendo agora Coronado, livro de contos do Dennis Lehane, me lembrei de porque eu quero escrever como ele quando crescer. à parte dos problemas que existem nos romances — os temas que se repetem, a estrutura esquisita, repetida, e por vezes um pouco frouxa –, o texto é sempre devastador. o que ele faz com…

  • por pertencer

    Cria paulistana súbito o céu de inverno à noite, as estrelas. Na escuridão do universo tantos os pontos de luz, piscando sem descanso, como por certeza de que não se está sozinho, de que algo maior observa, e tantos os pequenos pontos, infinitos, eles todos sóis, centro de gravidade. De uma insignificância o maior da…

  • Billy Budd: rodeios narrativos

    lendo o Billy Budd, marinheiro, do Herman Melville, pensei o quando uma narrativa desse tipo não teria vez nos dias de hoje. página 50, de 135, e o narrador ainda está descrevendo o cenário político e os personagens que serão importantes para a história. mas a história mesmo, ainda nada. sei, pela sinopse na contra-capa,…