finalmente Alto Paraíso de Goiás

continuando a saga dos ônibus, algumas imagens do caminho no ônibus “convencional” que nos levou ontem de Brasília a Alto Paraíso de Goiás:

tecnologia é tudo.
tecnologia é tudo.
gambiarra para ouvir música junto.
gambiarra para ouvir música junto.
estrada sem fim.
estrada sem fim.
paisagem.
paisagem.
um belo porta-óculos.
um belo porta-óculos.

não foi de todo mal viajar um pouco num ônibus que não fosse com ar condicionado congelando a alma (ainda mais agora que estou sem minha blusa quentinha). numa das paradas em rodoviária (claro que ele parava em todas as cidades do caminho), o motorista comprou uma fatia gorda de queijo e mui gentilmente nos ofereceu um pedaço. foi comendo alegremente estrada acima (na verdade a impressão é que a viagem foi feita 70% do tempo em primeira marcha ladeira acima).

cinco horas de viagem.

chegamos por volta de oito da noite. a dona do Hostel Catavento mui solícita nos buscou na rodoviária. o albergue fica meio afastado do centro mas é caminhada de 15 minutos (com uma ladeira). descansamos numa cama grande e quentinha depois de duas noites dormindo mei torto em poltrona de ônibus. ufas.

hoje amanheceu frio e chovendo e ficou frio e chovendo praticamente todo o dia. bom para ficar à toa, ainda mais aqui no albergue que tem gatos, internet e vários cantinhos aconchegantes.

logo de manhã o Fabio se acomodou no camping Eco Nóis para fazer alguns dias de semi-wwoofing.

casinha do Fabio montada.
casinha do Fabio montada.
quintal do Fabio.
quintal do Fabio.
Fabio tem a barraca só para ele.

eu fiquei no albergue e vou trocar uma ajuda de três horas diárias por um descontão na hospedagem. aproveitar as tardes para escrever.

meu vizinho.
um dos meus vizinhos.
outro vizinho.
outro vizinho.
vista nublada. área comum do albergue.
minha casinha por fora.
minha casinha.
minha casinha por dentro.
minha casinha por dentro.

tem ainda as trilhas para as cachoeiras ainda que a maioria precise carro (duas delas só precisa boa vontade). a verdade é que meus joelhos ainda não estão de todo recuperados das trilhas da Chapada Diamantina e o Fabio ainda sofre um pouco para vestir as botas (hoje ele testou uma tática ninja multimeias e parece que ficou melhor).

mas uma coisa de cada vez. bom é conhecer os lugares com calma. (menos Brasília. Brasília é bom de conhecer em duas horas e depois sair correndo de lá.)